PANDEMIA PROVOCA SUPENSÃO DE LANÇAMENTO DE LIVRO EM GUARACIABA DO NORTE – Edição de 22/01

O Mestre Márcio Pena realizou ontem, em Guaraciaba do Norte, uma exposição de suas gravuras e desenhos. Há mais de 25 anos o artista presta relevante serviço à Comunidade.

Tudo começou na praça e se transformou no vitorioso Projeto Arte na Praça, estimulando e despertando as artes junto às crianças. Resultados extraordinários foram gerados. Parabéns!

CANCELAMENTO -Em virtude da grave crise de Covid que atinge o Ceará, decidimos cancelar o lançamento de nosso livro NOSSAS RUAS, NOSSA HISTÓRIA, em Guaraciaba do Norte.

É claro que teríamos o maior prazer de encontrar os conterrâneos e amigos. Mas o momento não permite. Melhor é encontrá-los todos bem. Então o melhor é adiar o lançamento.

Esta decisão é resultado de consulta a amigos que, em nossa terra, estão testemunhando a grande corrido para o Hospital. Então temos que ter paciência. A saúde é prioridade.

O caminho é a vacina. Já imaginaram se, até agora não tivéssemos tanta gente vacinada? Se tivéssemos acreditado que era uma “gripezinha”.  Basta observar a diminuição das mortes.

Estive sábado, dia 15, na cidade do Graça, na condição de convidado para ser Paraninfo da Turma de Pedagogia. Uma celebração muitíssimo bem-organizada.

Muito se deve à  Professora MÁRCIA RODRIGUES que foi a articuladora inicial do curso, sendo uma pessoa muito conhecida e de grande credibilidade.

Em nosso site professorcomprazer.com está uma matéria sobre o evento que contou com a presença da prefeita Iraldice Alcântara.

Nestas fotos: A Prefeita Iraldice Alcântara e os Professores: Graça Carneiro, Elineusa Azevedo e eu Leunam Gomes

Aliás, foi um fato que destaquei porque, raramente os políticos comparecem às Colações de Grau. Constatei isto em inúmeras colações que presidi como Pró-Reitor da UVA.

Muitos Prefeitos desconhecem os cursos de graduação nos municípios. Não fazem uma visita, não promovem encontros. Ceder ônibus para a viagem até a Universidade é o suficiente?

Está no tempo das tais jornadas pedagógicas. Atualmente, não há mais capacitações para o ensino de Ciências, História, Geografia. Só Matemática  e Português. Por quê?

Palestras, Palestras sem vivências, sem avaliações das aulas e exercícios práticos com metodologias geradores de participação, nada mudam. A realidade mostra isto.

É fundamental que sejam criados momentos para intercâmbio de experiências pedagógicas. No debate os Professores permutam experiências criativas. Sempre que fiz, deu bons resultados.

A propósito, uma das tarefas mais importantes dos gestores municipais seria a capacitação de recursos humanos locais. Há inúmeras atividades que poderiam render muito mais.

Grande parte desenvolve suas atividades apenas por intuição ou por herança de seus pais, sem nenhuma orientação técnica.

Pedreiros, carpinteiros, mecânicos, vendedores, cozinheiros, garçons, atendentes de hotéis e pousadas, com capacitações bem estruturadas, metodologicamente, renderiam muito mais.

A ação dos Professores é mais indispensável neste momento contra o negacionismo. Nunca imaginei  que chegássemos a este ponto de ter necessidade de defender a vacinação de crianças.

O fanatismo cega até pessoas, supostamente, inteligentes. Colocam o fanatismo acima da ciência que tem efeitos positivos comprovados.

Teologia mais aberta pra libertação dos cativos e pobres

Série: Pensadores que sonharam com um Brasil melhor (XVIII)                                      

Tenho dedicado boa parte deste espaço que o “site do Leunam” – professorcomprazer.com – me tem oferecido, para uma reflexão atualizada e que me tem agradado muito em fazê-la. Muitos pensadores têm surgido em minha mente e sobre eles tenho lembrado seus sonhos por um Brasil melhor.

Tenho falado sobre sacerdotes, bispos e cristãos comprometidos com suas “missões ou funções” que bem definem o verdadeiro sacerdócio, isto é, um serviço que se presta sem visar lucro ou vantagens materiais. Cheguei a dizer que os Sacerdotes, ‘temos uma sólida formação teológica que nos mostra um Deus perto de nós, que convive dia a dia conosco, que nos ajuda a libertar-nos de todo erro e a levar o nosso povo a se libertar também’. Disse-lhes ainda que ‘quero continuar a ver a realidade que nos cerca, julgá-la à luz da Palavra de Deus e levar todos a agirem de acordo com a sua consciência’. Acrescentei que ‘foi assim que eu aprendi desde muito cedo, e agora, na minha maturidade, ainda me sinto bem, em repassar para os outros’.

            Meus ex-alunos que me lêem agora, certamente recordam que seu velho professor, no início de cada aula, sempre dava um resumo do que havia sido ensinado, até então, para acrescentar o novo assunto que ia dar. Faço a mesma coisa com os meus artigos, programas de rádio e celebrações.

            Quando afirmei acima que ‘foi assim que eu aprendi desde muito cedo’ é porque eu tive, no Seminário de Olinda, os melhores Professores de Teologia e sagrada escritura, sociologia e filosofia, História da Igreja e Direito Canônico, todos empenhados em nos transmitir o que havia de melhor e mais atualizado, bem como oferecendo as melhores bibliografias para completar os estudos, já que não havia os recursos de Internet para pesquisar. Em tudo havia o incentivo, o apoio e o profetismo do Arcebispo de Olinda e Recife, D. Helder, a segurança do Reitor do Seminário, Pe. Marcelo Carvalheira e Professores como Pe. Arnaldo Cabral, Newton Sucupira, Pe. Luís Sena, Ariano Suassuna, Pe. Almery Bezerra, Vamireh Chacon, Pe. José Comblin, os Padres Irmãos Zeferino e Zildo Rocha e tantos outros da maior competência.

            Nossos cursos de Filosofia e Teologia nos fizeram entender que tais Ciências não deveriam ser fechadas, difíceis de ser atingidas e por fora das realidades. Ambas nos deveriam dar uma formação crítica diante de nossa condição humana. Até então se falava de estudos teóricos para as duas ciências, que nos levariam a uma prática, mais tarde, na Pastoral da Igreja. Eram teorias, dissociadas da prática. Graças a Deus, chegou à Arquidiocese de Olinda e Recife, o Arcebispo Dom Helder Câmara, que já era conhecido, mundialmente, pela pregação que unia teoria à prática, palavra à obra, oração à ação. Estávamos vendo nascer, a Ditadura Militar, com todos os rigores que o regime nos impunha. Não havia oposição política ao Regime. Não havia, na prática, quem se atrevesse a contestar. Dom Helder foi um dos primeiros a ver, profeticamente, o trabalho da Igreja do lado dos mais fracos, dos injustiçados e dos mais pobres. Unido a outros estudiosos da Filosofia e da Teologia, de modo especial/, estimulando a equipe de formação do seu Seminário, em Olinda, sugeriu a inserção de formadores e formandos no meio dos pobres, onde melhor se descobria o Cristo Crucificado, para porém em ação, aquilo que, teoricamente, iam aprendendo nas aulas do Seminário.

            Na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e no Regional Nordeste II da CNBB, apareceu um Grupo de Bispos Proféticos que, corajosamente, defendia os Direitos Humanos, sob a opressão da ditadura militar. Também Sacerdotes e leigos – muitos leigos – entenderam a necessidade de serem Igreja, adotando uma Teologia mais aberta pra libertação dos cativos e pobres.

            Essa Teologia trouxe uma outra percepção do que é “ser Igreja” numa hora em que o Brasil e a América Latina viviam momentos de grande dureza. Ela nasceu, exatamente, da preocupação da Igreja com a pobreza das grandes maiorias marginalizadas. Eis que surgem os Profetas da Igreja: D. Helder Câmara, D. José Maria Pires, D. Antônio Fragoso, D. Francisco Austregésilo, D. Pedro Casaldáliga, D. Paulo Evaristo e tantos outros que, no Nordeste do Brasil ou em qualquer Regional da CNBB sentiram que a Missão da Igreja é do lado dos pobres para ser libertadora e não assistencialista.

Entre os leigos cristãos estava o Professor Paulo Freire que instituiu um método libertador de alfabetização, expresso em duas de suas obras clássicas: “Pedagogia do Oprimido” e “Educação como prática da Liberdade”, baseadas no vocabulário cotidiano da realidade dos alunos. Citando o Frei Leonardo Boff, ele dizia: “a Teologia da Libertação não seria uma nova disciplina teológica, mas um novo modo de fazer teologia, arrancando do inferno da pobreza/ e optando pelos condenados da Terra”.

Apesar da grande novidade da Teologia Libertadora que deveria ser ensinada e espalhada entre todos, houve Bispos, sacerdotes e leigos que não a acataram e criaram problemas e maus entendimentos entre governantes e governados.  Mesmo assim ela encontrou aceitação: com o Padre Gustavo Gutiérrez, no Peru; Jon Sobriño, em El Salvador; Leonidas Proaño, no Equador; Juan Luís Segundo, no Uruguai; o salvadorenho e Santo D. Oscar Romero, e no Brasil: os primos Leonardo e Clodovis Boff; Frei Betto; Frei Carlos Mesters; Pe. José Marins; Rubens Alves, Hugo Assman, Pe. Libanio e o belga-brasileiro Pe. José Comblin, só para lembrar alguns.

Nosso grande e estudioso Teólogo da Libertação, Frei Leonardo Boff, responde àqueles que criaram problemas e mal-entendidos na compreensão e na aceitação desta maneira de estudar, de ver e aprofundar a Teologia, que “Marx não foi nem pai nem padrinho da Teologia da Libertação. Foi o grito dos oprimidos do Êxodo, foram os profetas bíblicos, foi a mensagem e a prática de Jesus e dos apóstolos/ que estão na base desta Teologia”. É claro que uma visão dessas, bem diferente daquela maneira tradicional de ensinar e aprender Teologia, só podia causar o impacto que causou. Havia muita teoria a respeito de Deus.  Ele permanecia lá nas alturas. E eu vivia de amargura na terra do meu Senhor. Cantava João do Vale em sua composição musical, “Carcará”, mostrando a desigualdade entre a Teoria e a prática; isto é, os estudiosos, os acadêmicos, os graduados lá em cima; longe da realidade, enquanto nós, os pobres mortais, os sem terra, sem teto, moradores de rua, desempregados, vivendo de sofrimento e amargura na terra do mesmo Deus que habitava longe de nós. Não dava para nos entendermos, mesmo sabendo que o Filho de Deus já se tinha tornado um de nós. Este é o grande impasse: a Teologia estava na Universidade, na Academia, lá entre os grandes/, e o povo, os operários, os pequeninos, abandonados. Não se entendiam. A Teologia da Libertação vem para unir as duas realidades: a teoria à prática; a fé à obra; a oração à ação.

É este Deus que se fez homem, que viveu conosco, que escolheu os pobres, os pequeninos, os desprotegidos pela sorte/, que nos vem trazer o Deus que é Pai e o Espírito de Deus, que é a vida para nos libertar de toda injustiça, do egoísmo, do mal e de todo o pecado. Somente o Deus Libertador nos poderá fazer conviver, fraternalmente, como irmãos. Como ser contra?  

NO GRAÇA: A EMPOLGANTE FESTA DOS CONCLUDENTES DE PEDAGOGIA

No sábado, 15 de janeiro, a cidade do Graça realizou uma grande festa, apesar da grande chuva que caiu quase o dia inteiro. Era a Colação de Grau de uma Turma de Pedagogia, composta por 25 concludentes. Um homem e 24 mulheres.

Apesar das limitações impostas pela pandemia quanto à quantidade de participantes para evitar aglomerações, houve um numero significativo de participantes. Desde cedo o mestre de Cerimônia, Professor Benjamin das Flores, no salão de eventos do novo Balneário Caratininga, tomava todas as providências para que tudo acontecesse de acordo com o seu planejamento. Por seu lado, a Coordenadora Elineusa Azevedo que Coordenou a Turma, desde o seu início, e era uma das concludentes, também  estava atenta para que a solenidade obtivesse o maior sucesso.

O cenário do evento estava muito bem decorado com muitas flores. Na parede, uma sequência de fotos, dos formando, individualmente.  Na hora prevista, os concludentes, ladeados por seus respectivos padrinhos ou madrinhas, foram chamados para o local que lhes estava reservado na solenidade. À entrada de cada dupla, soava uma música especial para cada concludente. Logo após foi composta a mesa com as autoridades Acadêmicas: Representante da instituição promotora do Curso, A Professora Maria das Graças Carneiro, Patronesse da  Turma, a Madrinha da Turma Professora Emanuela Campos  e eu, na condição de Paraninfo. Também compondo  a mesa a Sra. Iraldice Alcântara, Prefeita do município do Graça, seu esposo, o vigário local e o pastor.

O meu pronunciamento como Paraninfo

Começo destacando a presença da Prefeita do município, neste evento. Não tem sido comum. Já tive oportunidade de presidir inúmeras Colações de Grau, no Ceará e em outros Estados, na condição de Pró-Reitor de Extensão da UVA. E sempre me chamou atenção a ausência de políticos nas solenidades acadêmicas. A presença da Prefeita me surpreendeu, positivamente. Eu não a conhecia mas cumprimento-a por sua decisão de estar aqui. É uma expressão de valorização desta importante conquista do município.

Ter sido escolhido como Paraninfo, sem dúvida, é uma manifestação de reconhecimento ao trabalho de um Professor. Ser reconhecido por uma turma de Pedagogia é muito importante. Significa que a ação pedagógica desenvolvida valeu a pena.

Sem dúvida, o meu interesse pela implantação deste curso teve e terá uma importância muito grande para o município e para cada um. Nunca mais estas pessoas serão as mesmas. E um município só tem a ganhar com a ascensão intelectual de seus moradores.

A opção por um curso de Pedagogia se torna cada vez mais importante. Talvez não seja aquele que produz dinheiro rápido, mas com certeza será aquele que vai estabelecer o rumo da vida das pessoas. Conhecemos inúmeras pessoas que poderiam ser bem melhor do que nós, se tivessem tido a nossa oportunidade. Mas não tiveram. Então, o Professor tem um poder maior do que uma loteria para mudar  vida das pessoas.  Apesar de muito jovens, mas dentre vocês há muitos que já possuem belas histórias para contar, sobre as mudanças de vida que conseguiram orientar.

É preciso ampliar as oportunidades para que todos tenham chance de estudar. Por nossas histórias pessoais devemos fazer tudo para que outros também cresçam. Só haverá sentido em nossa graduação, se compartilharmos os conhecimentos. Ninguém estuda e consegue um diploma apenas por diletantismo. Aprendemos pra compartilhar. Para tornar melhor a vida dos outros.

Finalmente, na condição de Paraninfo quero sugerir que cultivem sempre 3 virtudes para fazer bem o trabalho; COMPETENCIA, RESPONSABILIDADE E BOM RELACIONAMENTO. Em qualquer que seja a sua atividade. Especialmente como gestor. Mesmo de uma sala de aula.

A MENSAGEM DA ORADORA DA TURMA  INAÊ HONORATO

Oradora INAÊ HONORATO

“Meus cumprimentos às autoridades civis municipais, autoridades religiosas e autoridades educacionais, padrinhos e madrinhas, queridos colegas formandos, boa noite! Quando decidimos trilhar um caminho com fé, esperança e entusiasmo, não há quem nos detenha, mesmo os pensamentos mais negativos. Passamos 04 anos nos dedicando a este propósito que hora se realiza, enfrentando desafios inéditos por conta da pandemia do coronavírus. Infelizmente alguns colegas não conseguiram acompanhar os nossos passos e ficaram pelo caminho, isso demonstra o quanto fomos persistentes.

Durante estes 04 anos de aprendizagens convivemos com professores distintos, dentre estes, vários professores e professoras gracenses, o que nos mostra que a educação está presente em nossa gente. Humildemente agradeço meus colegas por me oportunizar em representa-los. Colegas estes que tive a oportunidade de concordar, discordar, conhecer melhor em pensamentos e ações. Juntos, em todo esse período, podemos descobrir o melhor de cada um de nós trazendo-nos um ressignificar. E esse ressignificar em nossas vidas nos fez enxergar oportunidade, até mesmo nos piores momentos, nos trazendo coragem para mudar e enfrentar, muitas vezes, os tombos da vida de peito aberto e com mais conhecimento procurando novos caminhos e semeando novos sonhos.

Procuremos agora enriquecer também a nossa alma de bondade, pois como diz Aristóteles: “Educar a mente sem educar o coração não é educação”. Um fraterno e caloroso abraço a todos e a todas. Muito obrigada”.  

A concludente ANTÔNIA DE MARIA AZEVEDO – ELINEUSA recebeu significativa homenagem da turma pelo seu excelente desempenho como Coordenadora. Muito emocionada, pronunciou o seu discurso de agradecimento:

Coordenadora Elineusa Azevedo

Autoridades e convidados da mesa, padrinhos e madrinhas, minha querida turma, boa noite! Edward Gibbon disse: “Todo homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros, e, muito mais importante a que ele dá a si mesmo. Portanto, meus queridos colegas, hoje, enquanto professores que já somos, que possamos nos comportar como tais buscando nossos direitos e principalmente exercendo nossos deveres de cidadãos.

O momento é de comemoração e agradecimento. Sonho realizado, objetivo alcançado. Agradeço a Deus, o senhor da vida, por ter conseguido a graça de hoje estar aqui celebrando a essa vitória; aos meus pais, em especial, a minha mãe Leila, que com seu amor incondicional sempre confiou e acreditou nas minhas conquistas; ao meu esposo, Patrício, pois sem ele nada teria acontecido; as minhas filhas, Agatha Yasmin e Aysha Maria, que me acompanharam durante o curso, incentivando, peço perdão pelas vezes que não me dediquei a vocês em razão dos estudos; agradeço aos meus familiares, pelo apoio constante e aos meus eternos amigos.

Se esta minha conquista fosse coroada no Olimpo, cada folha de louro dividiria com aqueles que me colocaram em posição de vitória. Um louro à minha família que me concede o amor, a segurança e a esperança e que reconheceram cada passo nos meus estudos como a trilha do sucesso. Um louro aos amigos e colegas que acompanharam o meu dia a dia e, na superação das dificuldades, me incentivaram. Outro ao esposo e filhas que se faz presente nos momentos mais singulares e inesquecíveis. Um louro aos mestres que me ensinaram pelo amor ao ofício e me mostraram os horizontes possíveis. Um louro ao Diretor, Felipe Abreu, pelo acolhimento de nossa turma na Escola Vicente Alves de Sousa, para a realização do nosso sonho. E um louro para todos que estão presentes comemorando conosco nossa conquista!  Carinhosamente agradeço meus colegas, pela atenção, pelo carinho e pelo respeito para com a minha pessoa, em todo esse período em que estive por frente, juntamente com todos, em nosso curso.

Como tudo na vida depende do acreditar, acreditei que este momento chegaria. O caminho, por muitas vezes, se tornou difícil, mas posso dizer, sem sombra de dúvidas, que foi uma experiência incrível e inesquecível. Fiz amigos e conheci grandes mestres. Sei que a partir de então, trilharemos caminhos diferentes, mas espero que o rumo seja o mesmo: obter sempre mais conhecimento. Ofereço esta vitória a todos que torceram por mim, e gostaria de dizer que chegamos lá, pois como disse Gandhi: “A satisfação está no esforço feito para alcançar o objetivo, e não em tê-lo alcançado”. Muito obrigada!

A mensagem da madrinha da turma – Professora Emanoela Campos

Boa Noite a todos! É com uma frase bíblica que inicio a minha fala

“Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem sucedidos!”

Provérbios 16:3

É com grande satisfação, alegria e orgulho que estamos aqui para celebrar e agradecer este momento. Cumprimento inicialmente, as autoridades aqui presentes, todos os professores que passaram por esta belíssima turma; aos pais de vocês formandos; que são a base, o alicerce e seus companheiros inseparáveis, e a todos os convidados que se fazem aqui presentes…

E por último, cumprimento vocês –  formandos, pela vitória e por mais uma etapa cumprida.

Minhas primeiras palavras hoje são de gratidão. Agradeço a esta turma pela escolha como sua madrinha, sinto-me imensamente honrada e grata por estar participando deste momento único e marcante.

Elineusa com a Madrinha da Turma: Professora Emanoela Campos

Há mais ou menos 16 anos estava passando por um momento encantador como este, minha primeira graduação, justamente em Pedagogia, e em nossa cidade. Hoje estou celebrando com vocês mais um momento marcante para nossa cidade, e agora como MADRINHA DESTA TURMA DE PEDAGOGIA.

Foram duas disciplinas e um estágio, onde compartilhamos saberes, angústias e muito aprendizado. Espero ter ajudado em tudo que vocês precisaram e espero ajudar muito mais no que for necessário. Vocês estarão sempre guardados em minha memória e no meu coração.

O sucesso é daqueles que batalham, e com toda certeza vocês são merecedores desse sucesso. Pessoas grandes são aquelas que lutam por seus ideais, e hoje vocês provam ser parte dessas pessoas.

Cada um de nós somos donos do nosso próprio destino. E à medida que deixamos  nossa própria luz  brilhar, inconscientemente  ofertamos   às   outras   pessoas permissão para fazerem o mesmo. Assim não nos tornamos só mais um na multidão, que não sabemos para onde andar ou para onde vamos… Nos tornamos um exemplo para alguém. E é assim que espero que vocês sejam, grandes exemplos de pessoas e profissionais.

Desejo que esta vitória seja o início de muitas outras conquistas, não parem… sempre sigam em direção aos sonhos de vocês. Está nas mãos de cada um, o poder e a vontade de serem grandes em suas profissões!

Por acreditarem que este dia chegaria, vocês se esforçaram e buscaram a cada dia realizar este sonho. Merecidamente venceram, e hoje os aplausos são todos para vocês.

E finalizo minhas palavras com outra frase bíblica:

Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar”. (Josué 1:9)

A HOMENAGEM AO NOSSO LIVRO PROFESSOR COM PRAZER, ESTUDADO PELA TURMA E ADOTADO EM ALGUNS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O livro NOSSAS RUAS, NOSSA HISTÓRIA será lançado nos dias 29 e 30 de janeiro – Edição de 15 de janeiro

Finalmente, conseguimos um jeito de fazer o lançamento de nosso livro NOSSAS RUAS NOSSA HISTÓRIA, em Guaraciaba do Norte, respeitando a pandemia.

Será nos dias 29, sábado, e 30 domingo, às dez horas da manhã, no auditório do Colégio Oriento. Na oportunidade faremos a exibição, em Datashow, de todas as fotos do livro.

Após a apresentação do livro, com um pouco de sua história, estaremos à disposição para responder às perguntas e para os autógrafos aos interessados.

De antemão, agradeço a todos pela compreensão e pelas presenças. À Sandra e Suely Nascimento, pela acolhida no Colégio Oriento para mais este lançamento.

Devo dizer que estou muito feliz com a aceitação do livro, pelos depoimentos que tenho recebido. O amigo Abdoral Filho, virá de Brasília para o lançamento. É gratificante.

Neste sábado, amanhã, acontecerá na cidade do Graça, a Colação de Grau da Turma de Pedagogia que teve inicio em 2017.

Foi uma experiência muito valiosa graça à seleção de Professores que foi indicada para dar aulas. As metodologias adotadas, desde o início geraram alto nível de motivação.  

A foto abaixo, por exemplo, registrou a presença da Professora Inara Alves de Oliveira, do município de Varjota.  A outra foto, já nos preparativos para a Colação.

Renderam quase uma semana as manifestações pelo aniversário. Recebi mensagens de inúmeras pessoas. Até do amigo Paulo Alves, Diretor da Escola Gerardo Melo Mourão de Ipueiras, recebi um gentil telefonema.

É seu desejo a nossa visita à sua Escola para contato com os Professores a quem apresentarei o nosso livro PROFESSOR COM PRAZER – Vivência e Convivência na Sala de Aula.

Nova onda do negacionismo e não pode ter abrigo nas escolas. Agora é contra a vacinação de crianças e adolescentes. Não há justificativa. Os cientistas defendem.

Não é possível que Professores, semeadores do conhecimento, se posicionem contra a vacinação. Todos estão vendo o quanto as mortes por COVID diminuíram com a vacina.

As pessoas que não aceitam vacinar-se contra o COVID deviam ficar em casa. Já há países que estão impedindo que os não vacinados saiam de casa.  São ameaças aos demais.

Os professores que se opõem à vacinação de crianças são os mesmos que elegem Deputados e Senadores que votam contra os interesses dos trabalhadores.

LEVANDO ADIANTE AS IDEIAS DE FÉ E POLÍTICA, DESDE 1989 – Da série Pensadores que sonharam com um Brasil melhor (XVII)

De Bela Cruz – Ceará – Mestre e Doutor em Comunicação Social

 Desde o início da Pandemia – e já começamos seu 3º ano – como todas as pessoas do mundo – tivemos que nos adaptar ao “novo normal” que a realidade exigia de nós: permanecer em casa, usar máscara, lavar as mãos mais assiduamente, manter distância regulamentar entre pessoas – como se faz no trânsito, entre os carros – e preencher bem o tempo livre para não morrer de tédio se escapasse do Corona vírus. Por estar aposentado, pelo avançar da idade, a permanência em casa me fez engordar mais, e a atividade que eu resolvi fazer, foi sentar-me diante de um computador para ler, ouvir e escrever, o que me deixa mais imobilizado do que eu já era.

            Não fossem os pontos positivos de: me manter atualizado, transmitir um recado através da imprensa falada e escrita – como faço neste Comentário -dedicar mais tempo à criação e educação do meu sobrinho bisneto João Murilo que hoje completa 14 anos, mora comigo desde pequenino e ainda me chama de vovô/, eu não imagino como eu estaria, de fato, enfrentando esta pandemia. Com mais de 81 anos, não tenho mais “obrigações paroquiais” ou de dar aulas, que eu nem sei mais como é, e se forem virtuais, pior ainda, enfim, estou como dizia o apóstolo Paulo na 2ª Carta a Timóteo: combatendo o bom combate, terminando a minha carreira e – o mais importante – guardando a fé. Aí, é só correr para o abraço: o grande momento do reencontro e o ciclo se fecha.

            Nas minhas pesquisas, encontro companheiros de outrora, que me dizem estar fazendo a mesma coisa: lêem, escrevem, usam as redes sociais – (eu não as tenho; telefonar é melhor). – Renovam-se as alegrias do reencontro.

            Tenho um exemplo de quem faz isso com competência, sabedoria, fé, esbanjando felicidade, aproveitando mais este tempo da pandemia, escrevendo e comunicando mensagens de esperança: é Frei Carlos Alberto Libânio Cristo.

O famoso antropólogo, filósofo, teólogo, jornalista, escritor religioso dominicano Frei Betto. Entre os cerca de 70 livros escritos, em várias línguas, originalmente e traduzidos, há um recente, intitulado: Diário de Quarentena – 90 dias de fragmentos evocativos, que ele disse tê-lo escrito sem preocupações com o confinamento, porque já escrevera outros livros na prisão e teve a vida toda, recluso em Conventos da Ordem de São Domingos. Tem 77 anos, lúcido, sábio e muito piedoso frade que engrandece a sua Igreja. Conhecemo-nos em Roma.

Como Frei Betto, há outros exemplos de quem está aproveitando bem o momento para passar uma mensagem, dar um recado mais otimista, mais soli-dário com os que estão sofrendo na dor e na morte de entes queridos, como é o caso do Teólogo Leonardo Boff, José Geraldo Souza, jurista, professor e ex- reitor da UnB, Padres Ernane Pinheiro e Manoel Godoy da CNBB, professor Leunam Gomes, em Fortaleza, e tantos outros que acompanho, à distancia e que produzem muito, intelectualmente, animando a muitos nestas horas tão desesperadoras.  O jurista José Geraldo Souza em um artigo seu publicado por “Brasil Popular”, recentemente, afirmou com todas as letras: “tem gente morrendo de Covid, tem gente morrendo por bala, tem gente morrendo de solidão, tem gente morrendo de fome; mas morre-se mesmo é de desgoverno”.E acrescenta: “é preciso reconhecer que os efeitos letais do Coronavírus são, infelizmente, não apenas as mortes, mas também a imposição da distancia com tudo o que traz consigo: tristeza, raiva, sensação de desamparo, frustração, solidão, insônia, angústia e depressão”.

A verdade é que não estamos preocupados com a situação política do Brasil, só agora/, motivados pelo aparecimento da pandemia.

Até os meus 75 anos de idade – dos quais, 53 anos de Padre – sempre passei só 05 anos em cada paróquia, como determina o Código de Direito Canônico. Usei os Meios de Comunicação que estivessem ao meu alcance, para levar mais longe, a mensagem político-religiosa. Em 1989, ao encerrar meus 05 anos na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Serra Talhada – PE, fui convidado a participar de um Seminário ampliado em Petrópolis, com a finalidade de pensar na possibilidade de lançar uma ideia, estudá-la e aprofundá-la e que se espalhasse por todo o Brasil com o compromisso de estudar em grupos, ‘a Fé e a Política’. Seria “um movimento ecumênico, não confessional e não partidário, aberto pra todas as pessoas que considerassem a política como campo preferencial de vivência de sua fé e que a tivessem como fundamento último de sua utopia”.

Valeu-me muito aquela catequese, começando a pô-la em prática, por onde eu passasse, formando equipes, participando de seminários, debates e estudos, aprofundando, vivenciando os conhecimentos e espalhando-os. Nem sempre fui ou sou entendido, mas sei que estou no caminho certo. Nunca tive medo de ser criticado por isso. Quem me conhece, sabe. O que eu fiz por onde andei em Rádios e Jornais, repeti aqui em Sobral, durante 12 anos, com muito mais experiência. Escrevi cerca de 600 artigos no Centenário Jornal Diocesano, Correio da Semana, e me pronunciei, diariamente, na sexagenária Rádio Educadora em Programas como: “o evangelho do dia”, “quem pergunta quer saber”, “pergunte e responderemos” e “a voz do pastor”, este, alternando com o Bispo Diocesano.

Também, em coautoria com outro colega, o Professor Teodoro, escrevemos 02 livros: “Política e Religião” e “Diálogos – Política e Cidadania” que foram elogiados pela Dra. Mª Helena, ex-MEC de Portugal: devem ser lidos como uma Cartilha de Cidadania.  Mantive, nos últimos 05 anos, com uma hora de duração, na Rádio Genoveva de Bela Cruz–CE, o Programa Caminho, Verdade e Vida, como também apresentei no Programa Rádio Vivo, na Pajeú, em Afogados da Ingazeira, um Comentário por Semana.

 Quando se tratava de conscientizar, dizer a verdade e abrir a mente do povo, nunca pequei por omissão, embora tenha fraquejado em outros pecados.

A verdade é que, a sementezinha lançada em 1989, lá em Petrópolis, ainda está viva em mim, mas sei com muita alegria do seu desenvolvimento por todo o Brasil no Centro Nacional de Fé e Política – D. Helder Câmara, nas Escolas de Fé e Política – Padre Humberto Plummen, D. Pedro Casaldáliga, D. Adriano Hipólito, D. Manoel Pereira, Areópago da Diocese de Nova Iguaçu e a grande experiência da Escola Regional Nordeste II, da CNBB, que serviu de inspiração para outras Escolas de Fé e Política do Maranhão, do Ceará, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, e outras, todas ligadas a seus respectivos regionais da CNBB. Todos juntos formamos um grupo bastante expressivo de pessoas que não nos conformamos com imposições fascistas, autoritárias, ditatoriais, na maioria das vezes, determinadas por governantes eleitos pelo povo que agem de modo mais nazista do que Hitler ou Mussolini.

Passou a CPI, convocada para se realizar em 90 dias. Faz tempo que se passou. Apareceram fake-news, contradições, imposições de negacionistas, defensores de mentiras e de governantes ditadores, enfim as esperanças de que pudesse mudar o quadro são de poucos prenúncios. Eles usam tanto o nome de Deus e até sua palavra “em vão”. Vou usá-la também, mas como usou Sã

COMENTÁRIOS RECEBIDOS

Que aula tão profunda !!! excelente texto, de Marcos Fábio:[email protected]  sobre DOM HELDER CÂMARA – UM CEARENSE A CAMINHO DOS ALTARES

Como pode falar no Caldeirão sem falar no Beato José Lourenço, e no Juazeiro sem falar na Beata Maria de Araújo? No mais, artigo muito positivo.   De  Oswald Barroso- [email protected] sobre PADRE CICERO E CONSELHEIRO SONHARAM E REALIZARAM

A memória da auto-organização popular como uma possibilidade concreta de emancipação humana representada por canudos e Caldeirão precisa ser preservada e inspiradora das novas gerações!  De Lourival Almeida de Aguiar – [email protected] – sobre PADRE CICERO E CONSELHEIRO SONHARAM E REALIZARAM

IPUEIRAS DEBATE EDUCAÇÃO CONTEXTUALIZADA

A CÂMARA MUNICIPAL CRIA OPORTUNIDADE DE PARTICIPAÇÃO POPULAR, COM REALIZAÇÃO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA.

A Câmara Municipal de Ipueiras, através do presidente da Comissão de Agropecuária, Vereador Ailton Sampaio, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, realizaram, na manhã deste dia 07 de janeiro, a Audiência Pública para:  ‘‘Discutir a Implantação da Educação Contextualizada Para a Convivência com o Semiárido, na Rede de Ensino do Município de Ipueiras.

A Secretária e o Vereador

A Audiência Pública teve como objetivo conhecer, analisar e divulgar a Lei 1038/2021, que dispõe sobre as diretrizes Básicas para a Política Municipal da Educação Contextualizada Para a Convivência com o Semiárido.

Uma das suas finalidades é fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas na rede pública municipal de ensino, para uma atuação conjunta entre as instituições e a comunidade escolar. 

A Audiência Pública promoveu a participação social por meio de depoimentos de pessoas com experiência  e com autoridades que abordam sobre as diversas vertentes da Educação Contextualizada com a realidade dos povos do semiárido.

Conheça o livro: O Dom que vive em nós! Edição de 07 de janeiro de 2022

No sábado, dia 15, acontecerá na cidade do Graça, a Colação de Grau da turma de Pedagogia. Fui um incentivador da formação da turma e seu primeiro Professor.

Tive a oportunidade de dar um rumo diferente, com uma metodologia que incentivava a participação na sala de aula. Aquilo gerou integração e muito entusiasmo na turma.

Os concludentes reconheceram a importância daquele sistema de aula que influiu em suas vidas e, agora, em reconhecimento, convidaram-me para ser o Paraninfo.

Tive também a comprovação da importância da valorização das pessoas no dia de ontem. Inúmeras manifestações de cumprimentos pelo meu aniversário.

Pessoas com quem trabalhei em Sobral, Fortaleza, São Luís, Croatá, Poranga, Guaraciaba do Norte, Graça, Ipueiras, Ipu, Reriutaba, Cariré, Crateús etc. se manifestaram.

Disseram-me palavras emocionantes. Alguém destacou o fato de aprender e tratar os alunos pelos seus nomes. Um fato de muita importância. Sempre estive atento a este detalhe.

Dos companheiros do tempo do Seminário, que me conheceram desde os treze anos, foram tantas palavras de estimulo que me deixaram emocionado.

Separei as mensagens para lhes dar um destino que me faça sempre lembrar dos meus compromissos com a vida.  O Juarez Leitão, por exemplo, disse:

“Você é uma pessoa que faz bem ao seu tempo e aos habitantes do mundo que frequenta. Vocacionado para o magistério, o exerce do modo mais sublime, com abnegação, amor e competência. Um ser agregador, tem o dom de fazer amigos e natural capacidade para liderar.”  O que  posso dizer?

Fiz um agradecimento geral e o Zé Cândido Fernandes me vem com esta: “Leunam, li sua mensagem. Você dignifica, engrandece e glorifica não só   classe dos educadores, mas também à própria raça humana!”

Betanistas aniversariantes: hoje Luciano Paiva, do Ipu; dia 8: Lourenço Araújo Lima, de Ipueiras e Arnaldo Menezes, de Parnaíba/Santana do Acaraú;  Dia 9, Marcelo Farias, de Sobral.

Dr. Pedro Eurico e seu livro O DOM QUE VIVE EM NÓS

O Mons. Assis Rocha que escreve semanalmente, aqui neste site, voltou entusiasmado, do Recife, com o livro O DOM QUE VIVE EM NÓS, de Dr. Pedro Eurico, sobre Dom Helder.

“Gostei muito de todos os depoimentos, sobretudo daqueles que eu conhecia o depoente.” Seu comentário sobre o livro está aqui no site. Vale a pena. Ele diz:

“Até tentei conseguir algum contato telefônico para estes a fim de comentar o que eles disseram e o carinho e destemor do próprio Pedro Eurico na condução da mensagem que ele queria passar.”

Vi, recentemente, e indico a série PASSAPORTE PARA LIBERDADE, no Globoplay. É a história de uma brasileira, Aracy de Carvalho, que trabalhava no Consulado, em Hamburgo.

Araci tornou-se esposa de João Guimaraes Rosa. Ambos se conheceram trabalhando naquele Consulado, na Alemanha.

Pouco conhecida entre nós, a brasileira entrou para a história ao arriscar a própria vida para salvar judeus que precisavam escapar do nazismo durante a 2ª Guerra Mundial.

O filme me fez pensar na arrogância de Hitler e seus fanáticos que se achavam uma raça superior e perseguiam as demais, especialmente judeus.

A constante perseguição de policiais a negros, ora acontecendo no Brasil, me fez  pensar, se tais atitudes não são sementes que estão sendo lançadas. Quem autoriza a que isto aconteça?

Sempre houve preconceito de cor no país, mas depois da abolição, a violência física contra negros não chegava aos níveis atuais. Em São Luís, um rapaz foi retirado do próprio carro e espancado.

Tenho plena convicção, por experiência, de que o caminho para diminuir tais atitudes brutais é a convivência na sala de aula. Com Professores, previamente, preparados para aula participativa.

Quem já foi meu aluno ou aluna, sabe de que estou falando. Nas nossas aulas é estruturado um clima para boa convivência, para o diálogo, para valorização de cada um. Desde o primeiro dia. Tudo está em PROFESSOR COM PRAZER -Vivência e Convivência na Sala de Aula.

O DOM QUE VIVE EM NÓS. Li e gostei, imensamente!

Série: Pensadores que sonharam com um Brasil melhor (XVI)

Em meu comentário semanal, na véspera do Natal, eu dizia da minha esperança em “reencontrar amigos e colegas de há muito, afastados: física, geográfica e emocionalmente”, acrescentando que eles, “se não fossem pensadores históricos, como os que já tenho abordado, são sonhadores contemporâneos, vivos como eu, coetâneos a mim, que participamos dos últimos acontecimentos nacionais e mundiais, que mudaram a nossa história”.

            Deixei escrito para o site: professorcomprazer.com divulgar/ e viajei para o Recife a fim de encontrar amigos, ter um Natal de muita paz e felicidade e aumentar a saudade de todos; como digo: “saudade não se mata; aumenta-se”.

            Hospedei-me, como sempre, no “Lar Sacerdotal” onde encontro colegas, que passam, como eu, ou que vivem lá, permanentemente, como aposentados ou por tratamento de saúde, ou ainda por motivo de estudos. É um ambiente muito fraternal. Reencontrei, como em vezes anteriores, o Padre Edson, da Diocese de Pesqueira, ainda fazendo sua dolorosa hemodiálise, no aguardo de um transplante e ele me foi oferecendo para ler, enquanto lá pousava, um livro super atraente e de muito interesse de minha parte, intitulado: O Dom que vive em nós de autoria do Dr. Pedro Eurico.

            Além de ser um livro sobre Dom Helder Câmara – com 492 páginas, recheadas de escritos, fotografias, depoimentos e muito conteúdo profético do Dom – tem o testemunho afetuoso, respeitoso, amoroso mesmo, do próprio autor que iniciou sua carreira de advogado na Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Olinda e Recife, a convite do próprio Dom Helder, na defesa de presos políticos, moradores de ocupações de terra, de gritantes injustiças institucionalizadas e dos direitos humanos, tudo em sintonia com as ideias e as atitudes defendidas pelo Dom.

Um livro empolgante!

Durante a semana que parei no Recife dividi bem meu tempo entre visitas a amigos e recebendo outros no Lar Sacerdotal. Li, sofregamente, nas horas livres, todo o conteúdo literário, organizado pelo Dr. Pedro Eurico, para aproveitar melhor toda a temática da obra que eu tinha em mãos: 445 páginas de leitura e umas 50 para contemplar as fotografias. Que maravilha!

            Entre os 23 entrevistados havia alguns nomes de pessoas que eu não conhecia, embora tivesse ouvido falar nelas. Mas, encontrei alguns não só, ligados a mim, pela amizade, como me senti feliz por vê-los em sintonia com o que aprendi e até vivenciei, pessoalmente, ao lado do Dom. Foi assim em Amaraji e Primavera, onde fui pároco. Também em Afogados da Ingazeira e Serra Talhada para participar de solenidades e palestras, a convite de Dom Francisco; e de 1973 a 1976, quando estudei em Roma, recebendo-o no aeroporto ou embarcando-o de volta depois de proferir palestras, ou dar entrevistas em canais de televisão, ou encontrar-se com suas equipes de “minorias abraâmicas” ou com grupos de refugiados políticos brasileiros na época de chumbo da ditadura militar aqui no Brasil. Dom Helder lhes levava mensagens de suas famílias e trazia, de volta, correspondências para elas.

            Gostei muito de todos os depoimentos, sobretudo daqueles que eu conhecia o depoente. Até tentei conseguir algum contato telefônico para estes a fim de comentar o que eles disseram e o carinho e destemor do próprio Pedro Eurico na condução da mensagem que ele queria passar.

Se eu pudesse, entraria em contato com Leda Alves, Padres Reginaldo Veloso, Ernane Pinheiro e Vito Miracapillo; com Dom Sebastião Armando, biblista, meu colega de seminário, em Olinda, como também Abdalaziz Moura.

E você, João Bosco Gomes, tanto que me ajudou quando eu estava em Amaraji e na Diocese de Afogados da Ingazeira! Que pena! Perdi seu contato! Mas, pelo seu depoimento, parabéns!

Graças a Deus, reatei-o com Pedro Eurico. Tenho recordado duros momentos que presenciei: em Ribeirão, nas escaramuças de Donos de Engenhos que invadiram a Matriz, em plena celebração da Missa, exigindo a expulsão do Padre Vito, de Ribeirão e do Brasil. Infelizmente, conseguiram.

Numa periferia, em ocupação de terra, junto a moradores indefesos, o Dr. Pedro Eurico – enfrentando um trator que teimava em derrubar as casas e, na iminência de atropelá-lo – resistia diante do Dom, de Padre Edvaldo, Luciano Bezerra (um acadêmico de direito, estagiário na Comissão de Justiça e Paz, hoje Defensor Público) e o tratorista não o matava, porque seria um absurdo: além de derrubar os casebres, sacrificaria um corajoso advogado diante de tantas testemunhas. Lembro-me tanto disto, meu amigo.

O fato que chamou a atenção de todos os depoentes foi o assassinato e funeral do Padre Antônio Henrique (1969) meu colega de seminário, nascido no mês de outubro de 1940, como eu. O féretro partiu da Matriz do Espinheiro, até o Cemitério da Várzea, por 12 km, ocupando toda a mão direita da Av. Caxangá. Dom Helder presidiu tudo, pedindo o silencio total de todos. Seria a melhor maneira de protestar contra a ditadura: o silencio. E conseguiu.

O Pe. Antônio Henrique, com apenas 29 anos de idade, foi sequestrado, torturado e, brutalmente, assassinado pela ditadura militar. A atuação do Dr. Pedro Eurico, à frente da Comissão de Justiça e Paz foi fundamental na defesa de Dom Helder e de sua Arquidiocese a quem o mártir, Pe. Henrique servia, relacionando “política e religião”, lutando por moradia e para que os pobres fossem evangelizados pelos pobres, como defendia o Dom. O Dr. Pedro Eurico assumia esta mentalidade, sabedoria e postura de Dom Helder como sua própria bandeira e o comparava a tantos outros símbolos de resistência, como: Luther King, Gandhi, Mandela ou a mais recente líder Malala Yousafzai que, segundo “famoso negacionista” não passa de uma “pirralha”, enquanto os demais foram “agitadores” e até “energúmeno” como apelida a Paulo Freire. É a mentalidade de alguns que não querem reverenciar D. Helder nos altares.

Estou muito feliz, meu caro Pedro Eurico, pelo rápido contato que tive com o seu livro. Li-o todo, sem pular uma página. Gostei, imensamente. Revi a história que tanto conheço e vivi, em boa parte, junto ao Dom. Já a indiquei para que outras pessoas também leiam. Neste momento em que o Dom está sendo indicado para o culto da Igreja, rumo à santidade, já o reverenciamos como “Servo de Deus” e como “Venerável”. Todo o acervo está em Roma: 60.520 páginas digitalizadas e impressas; 41 volumes de correspondências; 33 de programas de rádio; 31 volumes de discursos; 24 de cartas circulares; 25 de hemeroteca (publicações em jornais/revistas); 19 de meditações e 07 de livros. Faltou só O Dom que vive em nós, porque ainda não tinha sido editado.

Tudo o que foi pra Roma está sendo estudado, minuciosamente, para que seja dado o 3º passo: o da Beatificação. Para isto, tem que haver um milagre, cientificamente, comprovado. Depois, o último passo: a Canonização. A prova para outro milagre tem que ser a fé. É algo extraordinário que nem a Ciência comprova. Só assim o nosso dom será declarado Santo. Toda a nossa torcida é para que isto aconteça. O mundo todo vai venerá-lo nos altares.

Enquanto isso, vamos invocar ao Servo de Deus e Venerável’ D.Helder! Rogai por nós!  Mantenhamo-nos unidos. Com o nosso Dom, venceremos.

Apresentação do livro FEIURA NÃO EXISTE, por ALOISIO RIBEIRO DA PONTE, 29.12.2021

Estamos aqui reunidos, neste templo regional de cultura e de estudos, a Academia Sobralense de Estudos e Letras- ASEL, para fazer a apresentação do acadêmico deste Silogeu, o escritor Davi Helder de Vasconcelos, com a sua segunda obra, o inédito livro de contos “FEIURA NÃO EXISTE”.

Dr. Aloisio Ribeiro da Ponte

                 

Primeiramente, quero expressar nossa gratidão, sincera e imensurável, ao especial e leal amigo DAVI, reconhecido escritor contista, destacado pela salutar convivência de longeva e sólida amizade, pela escolha da minha pessoa para realizar a apresentação de sua nova produção literária.

O autor é detentor de sólida formação cultural e científica, frequentando, desde os primórdios de sua vida estudantil, escolas organizadas e dirigidas pela Igreja Católica: Escola São Luiz de Gonzaga- o Pré- Seminário, dirigida pelo Mons. Joaquim Arnóbio de Andrade, atualmente, candidato aos altares; o Seminário S. José de Sobral, da Betânia, e o colégio Sobralense, dirigidos pela Diocese de Sobral. Na Universidade Federal do Ceará, recebeu o título de Bacharel em Ciências Farmacêuticas, com especialização em Análises Clínicas. Iniciou-se no Magistério, exercendo atividades , como professor de Biologia e Química, no Colégio Pio X, de Fortaleza, orientado e dirigido pelos frades Capuchinhos da província do Ceará e na sequência no Colégio Sobralense, onde também foi professor de Biologia e Química. A partir de 1977, passou a exercer atividades, como professor de Instituições de Ensino Superior, nas Faculdades- de Filosofia D. José e de Enfermagem e Obstetrícia, de Sobral, precursoras da nossa Universidade Estadual Vale do Acaraú, atuando nas disciplinas Biologia, Imunologia, Microbiologia, Química e Parasitologia, até aposentar-se , por tempo de serviço. Também trabalhou nas Faculdades Inta, ministrando as disciplinas Imunologia e Hematologia e no INFORT- Instituto de Formação para o Trabalho. Paralelamente, exerce atividades comerciais em empresas especializadas na comercialização e no aluguel de materiais médico- hospitalares e de medicamentos – as conhecidas e louvadas EQUILAB SAÚDE e EQUIFARMA.

Fundou, editou e manteve um Jornal Regional ‘ O CIRCULAR’, onde experimentou fazer as suas primeiras produções literárias, usando o pseudônimo JOAQUIM DE NOVAES, título obtido a partir do primeiro nome oficial do escritor “ JOAQUIM Maria Machado de Assis” ( 1839-1908), seu preferido, e pelo sobrenome da sua companheira “ Carolina Augusta Xavier DE NOVAES”( 1869-1904).

Trata-se, o novo livro agora lançado – FEIURA NÃO EXISTE, de uma obra sólida e inédita, rebuscada e ampla, enfeixando textos bem curiosos e excitantes, formalizados zelosamente como apetitosos contos. Destaca-se aqui, a persistência do autor em usar a expressão da linguagem na forma de escrever em prosa, optando por fazer este mister produzindo contos, copiosamente, com perspicácia e apurada boa técnica .Vale destacar que o autor tem optado, oportunamente, por escrever versos, com destaque para uma produção inédita, onde faz louvação e homenagem ao mestre e Professor Pe. Osvaldo Chaves. Também, deve-se assinalar o edificante interesse do autor pela cultura, o folclore, os hábitos e os costumes regionais, pelas escolhas dos fatos, causos, personagens e estórias, registrados nos seus contos. Por este hábito salutar, tornou-se, espontaneamente, num historiador informal, por documentar e registrar muitos fatos reproduzidos, de boca em boca e de geração em geração, mas que, pela falta de formais registros, estão tendendo a passar para o definitivo e repudiável esquecimento. Assinalamos que o autor, com este hábito salutar, comporta-se como outros autores brasileiros que cantam , louvam, divulgam e exaltam as regiões onde vivem, com seus hábitos, costumes e o seu povo: Jorge Amado, na Bahia; Graciliano Ramos, José Américo, Ariano Suassuna e Câmara Cascudo, no nordeste; Érico Veríssimo e Mário Quintana, nas terras gaúchas. José de Alencar canta o Ceará, o seu povo, a sua flora, a sua fauna e a sua beleza e no livro Iracema, registra: “ Verdes mares bravios de Minha Terra natal, onde canta a jandaia, nas frondes da carnaúba; Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros…”; e ao referir-se à heroína do seu romance nos diz: ”...IRACEMA, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do IPU, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara…”. O conterrâneo Domingos Olímpio retrata, também, no seu romance LUZIA – HOMEM, a sua terra e o seu povo, destacando a força e a bravura da mulher sertaneja sobralense, expressados nos feitos da protagonista de sua obra.

Mergulhando no estudo e na análise da nova obra lançada pelo escritor contista Davi Helder, encontramos 57 contos escritos em textos curtos, porém plenamente suficientes; com ordenamento crescente de relatos jocosos e dinâmicos; com prevalência contumaz da surpresa e do suspense e com riqueza de dramas, vivências e estórias, sem a quebra da unidade e da ampla e plena compreensão.

A partir de dados, relatos, fatos e causos, plenamente verossímeis, vividos pelo autor ou conhecidos por ele, em estudos e sondagens, os contos surgiram com maestria e beleza, registrados elegantemente pela sua pena, embora, com muitos personagens disfarçados diligentemente com nominações fictícias. Em muitos contos o próprio autor é o protagonista, porém destaca, neste elenco, muitas pessoas que têm marcada liderança e que são fácil e prontamente reconhecidas.

Com a publicação deste segundo livro de contos – FEIURA NÃO EXISTE, agora com 57 produções, o autor consolida a sua opção pela vida literária. Verifica-se, agradavelmente, que há um vertiginoso crescimento quantitativo, pelo tamanho da presente obra( o primeiro livro publicado contava 40 contos), entretanto, o que mais merece destaque é a qualidade do apresentado. Deste modo, as literaturas sobralense e cearense ficam enriquecidas com o advento desta nova obra literária, pelo padrão de tratar dos costumes da região e do seu povo.

Assim. o livro de contos FEIURA NÃO EXISTE, agora lançado, do autor Davi Helder de Vasconcelos, definitivamente, deve ser inscrito, com louvor e destaque, como integrante da nossa literatura regional, pela temática que aborda, mas, pela sua qualidade, vai figurar brilhantemente, na galeria dos grandes contistas nacionais.

Resta agora, que todos leiam o livro, com deleite e satisfação, pois, com firmeza e segurança, estamos avalizando esta proposta. O cumprimento desta prazerosa tarefa trará a plena realização da missão do leitor.

Por fim, queremos destacar que hoje recebemos do escritor Davi Helder de Vasconcelos, este presente de Natal, o seu novo livro- FEIURA NÃO EXISTE, mas, também, ele receberá, efusivamente, de todos nós, o abraço e as felicitações mais acaloradas, pelo seu aniversário natalício que, hoje- 29 de dezembro, comemoramos. Parabéns, Davi, pelo seu novo livro e pelo seu aniversário de 72 anos.

      VEJA E RECOMENTE ESTE SITE: professorcom-prazer.com

O GOOGLE DEVE SERVIR PARA CONSULTAS, JAMAIS PARA SUBSTITUIR SUAS OBRIGAÇÕES ESCOLARES. Edição de 31 de dezembro de 2021

As famílias Barreto Cavalcante e Marinho de Araújo, de Pedra Branca e Mons. Tabosa, respectivamente, passaram por mais um momento de dor nesta semana.

Faleceu a Maria Tereza Marinho de Araújo, casada com o Médico Otorrinolaringologista Dr. Jonas Marinho Araújo. O sepultamento ocorreu na manhã de hoje, em Fortaleza.

O Monsenhor Assis Rocha, comentarista semanal de nosso site professorcomprazer.com voltou do Recife empolgado com o livro O DOM QUE VIVE EM NÓS, de Pedro Eurico.

Com 492 páginas, recheadas de escritos, fotografias, depoimentos e muito conteúdo profético  sobre Dom Helder Câmara. É o que nos contará no artigo da próxima semana.

Dom Helder Câmara, ex Arcebispo do Recife, que me conferiu a Tonsura, o primeiro passo formal para o Sacerdócio, tem encaminhado o seu processo de canonização.

Estou feliz com a receptividade ao nosso livro NOSSAS RUAS, NOSSA HISTÓRIA. Antes mesmo de seu lançamento, a procura tem sido estimulante.

Dr. Expedito Filho que adquiriu 10 exemplares: “Estou adorando ler seu livro. Não tenho dúvida de que terá grande sucesso. Já estou fazendo uma lista de pessoas a quem vou presentear”

Apesar dos avanços tecnológicos na comunicação, está, cada vez pior, o acesso do cliente às empresas de telefonia. Dão a entender que tornam as comunicações complexas para dificultar.

Fala-se apenas com vozes eletrônicas que encaminham para o número tal ou tal e não se fala com uma pessoa. O cliente perde a paciência e desiste.

Na semana passada recebi uma comunicação, informando que os assinantes dos serviços da OI passariam para a Claro. E já na segunda feira, os técnicos vieram fazer a mudança.

Quinta feira, a informação era que precisavam da minha autorização para fazer a portabilidade e acrescentava que a informação que fora dada não era verdadeira. E eu podia retornar à OI.

Com tudo já instalado e funcionando, preferi ficar com os novos serviços. Aí está um exemplo concreto da falta de comunicação das próprias empresas do ramo.

Dia 17 a Professora Vânia Pontes, da FAL/Sobral teve três alunos orientandos que e que receberam troféus e certificados do Prêmio Universitário.

Silvando Carmo de Oliveira, de Sobral, Fernanda Fernandes Vasconcelos, de Irauçuba, e Arlindo Moreira de Souza, de Fortaleza.  Premiados em Crônica e Poesia.

A Professora Vânia Pontes, hoje Doutoranda, Coordenadora Pedagógica do Curso de Direito da FAL, é de Ipueiras e foi minha aluna no Curso de Letras da UVA

O exemplo da Professora Vânia deve chegar a outros Professores de Português. É pelo exercício constante que se aprende a escrever. Isto evitará algumas agressões ao idioma.

Em nomes próprios as letras iniciais das palavras são escritas sempre com letras maiúsculas. Dá pena observar até pessoas graduadas, escrevendo com letras minúsculas. É uma ofensa.

Nunca usar palavras ou expressões cujos significados sejam desconhecidos. O google está ao seu alcance para uma rápida conferência. Um texto com erros transmite má imagem do autor.

O Google deve servir para consultas, jamais para cópia de textos. Nada há mais deprimente para um aluno do que ser flagrado apresentando, como seu, um texto copiado. É plágio.

O Natal que, tradicionalmente, é a época dos presentes para crianças, este ano está diferente. O próprio Governo Federal está criando obstáculos para que as crianças tenham direito à vacina.

Não basta o exemplo da redução de mortes com a aplicação do imunizante. No ano passado, nesta época, morriam mais de mil por dia. Ontem, foram 117. Os dados não convencem?

Que o próximo ano seja bem melhor para todos nós. Este ano foi um castigo pra a nação, em vários aspectos. Está em nossas mãos a construção de nova história para o país, como já vivemos antes.

Esta coluna e todos os artigos publicados neste site professorcomprazer.com  objetivam contribuir para construção de pensamentos positivos para o bem do país.