PRIMEIRO PLANO

O encontro informal dos Betanistas, no dia 28 de fevereiro, no Seminário da Prainha, surpreendeu a todos. A Missa por Antônio Martins e Padre Osvaldo foi além da expectativa.

Preparamos o roteiro da missa com música que cantávamos no Seminário da Betânia. Veni Creator e Salve Regina, em Latim. Outras, em Português. Uma “Schola Cantorum”, ad hoc, entrou em ação.

O sermão do Mons. Assis Rocha mexeu com as emoções de todos nós. Disse o que todos tínhamos vontade de dizer, naquele momento.

A viúva do Martins, Dulce Sales e os filhos Marco Antônio e Karine que vieram especialmente para aquela celebração, ficaram emocionados com a homenagem. (foto)

A confraternização dos betanistas, após a Missa, foi um momento muito especial.  E ali ficou acertado o próximo encontro no apartamento do Juarez Leitão, dia 28 de março.

Herculano Costa está cuidando da edição do livro autobiográfico do betanista Valdeci Vasconcelos. Fui convidado para fazer o prefácio. O que me honra bastante.

Posso antecipar, com conhecimento de causa, de que se trata de um livro cheio de histórias comoventes que se completam com o casamento com Dona Lourdes.

Vendo histórias exemplares como a do casal Lourdes e Valdeci, somos levados a estabelecer comparar com histórias atuais em que as expressões de carinho mudaram muito.

É triste observar-se o uso e abuso de palavrões em ambientes em que estão rapazes e mocinhas, com aparência de universitários. Palavras chulas são proferidas sem o menor pudor.

Os circunstantes ficam envergonhados em observar aquelas expressões de baixo nível. Como serão aqueles jovens, no futuro, dirigindo instituições, ou mesmo suas próprias famílias?

Não se trata de moralismo. É questão de delicadeza mesmo. Sabe-se que comportamento gera comportamento. Uma indelicadeza, puxa outra.

Não se trata de pessimismo, mas essa decisão de cuidar apenas dos alunos de segundo, quinto e nono anos, não trará bons resultados. Só em vista das avaliações externas? E a aprendizagem?

Naturalmente, professores e alunos das outras séries se ressentirão da exclusão. Até recentemente, os municípios cuidavam de atualização anual de todos os seus docentes e gestores,

Possivelmente, os excluídos sentem os efeitos e isto poderá gerar desmotivação e até mesmo a evasão escolar. Todas as salas de aula devem ser sempre lugar de semear esperanças. 

Tive o prazer de um reencontro com um amigo de infância em Guaraciaba do Norte: Ayrthon Fernandes Soares. Era neto da minha primeira professora, Emília Fernandes Soares.

Na escola, Ayrton, já bem mais adiantado, tinha a tarefa de “tomar as lições” dos alunos, quando de férias na casa de sua avó. Ele morava e estudava em São Benedito. Atualmente, em Fortaleza, ao lado da família.

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