Literatura Cearense –

Spread the love

O INESQUECÍVEL SEMINÁRIO DA BETÂNIA, depoimento de Modesto Siebra Coelho, na Betânia: (1962 e 1963)

Este texto é produto da memória que guardo dos fatos. O prazer de fazê-lo é incomensurável e apesar da natural fragilidade do recurso utilizado, espero ser fiel no que narrar. A publicação de uma coletânea reunindo nossos feitos e memórias, a partir do Seminário Diocesano de São José de Sobral, nossa casa por vários anos, à ocasião das comemorações dos 100 Anos da Diocese de Sobral, ecoa como acontecimento histórico. O Seminário é uma das joias raras da Diocese e nós, ex-seminaristas, nos sentimos honrados por fazer parte de sua história e por poder transmitir aos nossos familiares, amigos, admiradores e seguidores, por meio de registros e relatos singulares, um legado de nossas experiências de vida.

Como e porque fui para o Seminário

Filho de pais católicos engajados, desde cedo comecei a receber os estímulos que me levariam aoSeminário. Aos sete anos de idade, já testemunhava seu Vicente Siebra e dona Ana Maria, preceptores voluntários quando jovens, discutindo à mesa, os rumos que queriam para os seus filhos e filhas. Éramos sete e meu pai depois de recitar a futura profissão de seis, voltava-se para mim e, de modo firme, transparecendo contentamento, decretava: você, Modesto, vai para o Seminário. Vai ser padre! A hora era a das refeições em família e eu saboreava o que ouvia com entusiasmo e inocente satisfação. Na minha “grande família” já havia primo padre, prima freira e seminaristas. Via-me cercado de boas influências. Fiz da ideia um ideal: iria para o Seminário! Queria ser padre! Meus pais sabiam o que isso significava. O Seminário destacava-se como referência de Educação e padre era esteio na sociedade por sua sublime missão.

Logo fui aceito como membro da Cruzada Eucarística, virei coroinha requisitado para as missas de domingo e ingressei na Escola Preparatória para o Seminário, a Escola Cura d`Ars, da Paróquia de Itapipoca, cujos orientadores eram o Pe. Francisco Abelardo Ferreira Lima e o Pe. Paulo Eduardo de Andrade Pontes. O primeiro destacou-se por seu papel como incansável estruturador das campanhas que conduziriam à criação da Diocese de Itapipoca (1971) e o segundo, o seu primeiro Bispo Diocesano. Na Escola Cura d’Ars, fiz três anos de estudos regulares e de preparação cívica, moral, religiosa e disciplinar para a empreitada que viria. A professora Benedita Magalhães apresentou de público o seu relatório: eu estava pronto! Os padres aprovaram a minha preparação e, como faziam com outros jovens da Paróquia, me confiaram ao Seminário Arquidiocesano de Fortaleza. Era 12 de fevereiro de 1958, tinha treze anos de idade. De Itapipoca a Fortaleza, sozinho e apreensivo, por cinco horas de sacolejante e poeirenta viagem de ônibus, não tirei das mãos a carta de apresentação que bem acomodada conduzia dentro do Livro do Seminarista que ainda hoje conservo entre os meus guardados, presente do primo Franciné Ferreira que seria ordenado padre nesse mesmo ano.

Minha Turma no Seminário de Sobral (1962 e 1963)

Minha passagem pelo Seminário de São José de Sobral, o inesquecível Seminário da Betânia, se dá do início de 1962 ao final de 1963. Entrei no 4º Ano Ginasial. Foram dois anos que marcaram a minha vida para sempre, tanto pelo que vi, quanto pelo que vivenciei.

Lembro-me bem de cada um dos colegas de classe. Passados 50 anos, ainda sou capaz de descrever rostos, falar sobre o caráter, discorrer sobre modos de vida em comunidade, comentar sobre o desempenho intelectual e cultural, esportivo e de vida religiosa de todos da minha turma. Creio que, da mesma maneira, também ainda se lembrem de mim, o Novato da Prainha, alcunha de vida curta que me conferiu o Padre Luizito, logo na chegada, em fevereiro de 1962, ao curso de acalorada discussão sobre tempos e conjugação do verbo anômalo latino volere, conhecimento que eu trazia dos estudos do latim no Seminário da Prainha, onde no 3º Ano Ginasial já se traduziam trechos de Cícero e, no 4º Ano, de Virgílio.

Não éramos santos nem demônios. Éramos jovens vibrantes, alegres, audaciosos, cheios de sonhos, convicções e angústias pessoais, empenhados nos estudos, convivendo com harmonia, preparando-nos para a vida e para o sacerdócio. Como quaisquer jovens, desentendíamo-nos e nos entendíamos à velocidade das confissões espirituais costumeiras.

Sempre afirmei que a melhor coisa que me ocorreu na vida foi ter ido estudar no Seminário de Sobral. Ali encontrei uma instituição reformulada, aberta, onde se respirava liberdade e os seminaristas conviviam sem grandes distanciamentos entre si mesmos e com seus dirigentes, professores ou orientadores. A Betânia, naquele momento, contava com uma pequena equipe de padres-professores que aos nossos olhos era qualificada, harmônica e bem comandada.

Vinha de um Seminário grande e bem mais fechado, onde a expressão “falar com o Reitor” carregava amplos significados. De plano, senti a diferença e, sem demora, procurei me integrar. Para ilustrar a abertura a que me refiro, resumo uma historinha que se passou comigo. Mal completara um mês de casa, passei por um perrengue danado. A seleção de futebol do Seminário, da qual eu já era um dos volantes, jogava contra um bom time da cidade de Massapê, capitaneado pelo ex-seminarista José Arlindo Soares, primo do Pe. João Batista Frota, e no meio da partida recebo um bilhetinho para comparecer ao Gabinete do Reitor. O chamado me desnorteou. Passei o restante do jogo preocupado e a me perguntar: – O que esse Reitor quer comigo? Nem bem cheguei aqui e já estou sendo chamado ao seu Gabinete. Que fiz eu? Será alguma repreensão? Irá me mandar para casa? Nossa seleção não perdeu a partida. Cheguei até a fazer gol, mas, naquele dia, meu desempenho em campo sofreu críticas. E, de tão atordoado com o tal bilhete, fui parar no Gabinete do Reitor ainda em trajes de jogo.

Até ali, eu ainda não havia entendido por completo que estava em um Seminário onde as relações interpessoais eram menos distantes e mais abertas. Padre Zé, como carinhosamente o chamávamos, soubera que eu tinha letra boa e queria apenas que eu fosse a todas as classes e escrevesse um aviso seu aos seminaristas. Pena que eu não lembre o texto que com letras ainda mais caprichadas, em meia tarde, grafei em todas as salas de aulas. O contato com o Reitor e a deferência simples que me concedeu transformaram-se em estalos que, a pouco e pouco, me levariam a superar medos tolos e a conquistar a segurança de que precisava como jovem em formação. E mais, foi porta para outras missões que não tardou em me delegar esse admirável pequeno-grande Mestre e que trariam sólidos reflexos a um amadurecimento que ainda buscava.

Modesto Siebra Coelho

 declamando o poema Perfil de Hospício, de Alberico Bruno, em evento público no Salão Nobre do Seminário de Sobral – Ceará (1963), em homenagem às famílias dos seminaristas.

Ao longo do tempo, afirmei sempre que a minha vida foi moldada na minha família e nos Seminários em que estudei. O caráter, disciplina, princípios, valores cívicos, morais e religiosos, a disposição para o trabalho e o prazer pelos estudos tiveram suas referências básicas tecidas nesses dois ambientes.

A formação que passei a receber no Seminário de Sobral, além de especial, veio à hora certa. Despertou-me! Abriu minha mente para as primeiras compreensões de mundo e sociedade, do papel da Igreja, de desenvolvimento e subdesenvolvimento, de lutas sociais, de responsabilidade individual e coletiva. Discutíamos o Concilio como gente grande.

Ali, no âmbito do estudo das escolas literárias e de leituras que, pessoalmente, priorizava, nasceriam os primeiros contatos do quintanista com as obras de Machado, Gorki, Eça, Fernando Pessoa, Euclides da Cunha, Graciliano, Mário e Oswald de Andrade, e com a poesia de Castro Alves, Bandeira, Drummond, Vinicius, Jorge de Lima, Geir Campos, Cecília Meireles, encontradas na nossa Biblioteca, ou que adquiria por iniciativa própria.

Os ares saídos da JEC por vezes, nos atiravam a leituras mais ousadas, e para não chamar a atenção encapavam-se os livros que circulavam entre membros do pequeno circuito dos jecistas. Recordo-me de Ody Mourão me passando para leitura, sobrecapado, o romance A Mãe, de Máximo Gorki, obra que, à época, despertava entusiasmo político e seduzia jovens leitores no mundo inteiro.

Serei eternamente reconhecido ao Pe. José Linhares, nosso Reitor, por alguns atos que tiveram influência positiva na minha formação: a escolha para integrar o núcleo da Juventude Estudantil Católica-JEC, ao lado de José Carlos Sabóia, Ody Mourão, François Torres, José Henrique Leal e Abner Melo; a minha indicação para concorrer por eleição direta ao cargo de Secretário Geral da OVS; a designação como Prefeito de Disciplina, com menos de um ano da minha chegada ao Seminário de Sobral; a minha escalação para atuar em peças teatrais (dramas) que eram encenadas para a comunidade interna, seus familiares e convidados.

Serei para sempre grato ao estimado Pe. Oswaldo Chaves por me incentivar à leitura e à escrita e a publicar o meu primeiro texto no Correio da Semana. Por certo período, anos depois me tornei colaborador assíduo desse histórico semanário da Diocese. Estes fatos e gestos aparentemente simples tiveram enorme significação para a autoestima de um tímido jovem em formação. Foi no Seminário de Sobral que tive a percepção de que começava a me descobrir, a me conscientizar, como dizíamos na linguagem do internato.

O tempo, o destino e os caminhos vão distanciando as pessoas, mas bem que eu gostaria de voltar no tempo e me ver no velho Casarão da Betânia, em dia normal de funcionamento. E como outrora, descontraído e à sombra de seus seculares oitizeiros, com direito a trilha sonora vinda da inconfundível Rádio Itamarati, comandada por Chico Sampaio e José Arimatéia Mourão, ficar a jogar conversa fora entre os velhos amigos do 4º Ano Ginasial (1962): Abdoral Pinho, Bruno Alves, Cristóvão Aragão, Flávio Machado, Erasmo Aguiar, Luciano Lobo, Flamarion Rodrigues, Wellington Meneses, Francisco Cunha, Fernando Frota, Jorge Linhares, Joviniano Lopes e Wellington Aguiar.

Fora da turma construí também amizades que se perenizaram: Pe. Albani Linhares, Pe. Luizito Dias, Pe. Sadoc Araújo, François Torres, Francisco José Rodrigues, Juarez Leitão, Aguiar Moura, Raimundo Vanderlan, Antônio Viana, Hairton de Carvalho, Vicente Abdias, José Inácio, dentre tantos outros.

Para mim, extraordinária e valorosa foi, ainda, a convivência, de 1994 a 2000, no próprio Casarão da Betânia que se tornara campus-sede da UVA, com vários outros ex-betanistas de períodos e turmas diferentes dos meus. Para ali voltei como Professor Visitante, com muita satisfação, depois de 30 anos, para, ao lado de proeminentes profissionais, participar da revolucionária gestão do Reitor, Professor José Teodoro Soares, ele, também, um ex-betanista de alto coturno e homem-político, atualmente. Naquele momento, ocupavam postos de relevância na administração superior da instituição, os professores José Vitorino, Leunam Gomes, José Cândido, João Edison Andrade, Benedito Aguiar e José Portela.

Todas as turmas reunidas, do 1º ao 6º Ano, compúnhamos uma comunidade de cerca de 160 seminaristas. Havia tempo para rezar, estudar e recrear. O recreio era uma festa só! A vida fluía levemente. Tempos inesquecíveis aqueles! Era assim que eu me sentia. Feliz por estar ali!

A decisão de deixar o Seminário (dezembro de 1965)

Nenhum de nós desconhece a máxima do Evangelho: “muitos são chamados e poucos os escolhidos” Ao término do Seminário Menor, após muita reflexão, concluí que não era um dos escolhidos e redirecionaria a minha vida. Ante as minhas sólidas convicções até ali, mudar de rumo seria uma decisão doída e de muito sofrimento interior. Foram meses de diálogo com o vigário da paróquia, com o orientador espiritual e com amigos mais experientes. Fizera uma preparação para ingressar, entendi que deveria fazer outra para deixar o Seminário. Não foi fácil, mas acertei em fazê-la.

            Da minha turma dos anos de 1962 e 1963, em Sobral, nenhum se ordenou padre. Mas, fruto da formação que receberam e dos alicerces que ali souberam construir, todos foram exitosos nos novos caminhos buscados e vêm desempenhando brilhantes trajetórias profissionais na Advocacia, Medicina, Engenharia, Agronomia, Geografia e outras.

Formação e Trajetória Profissional

Deixei o Seminário em 1965 e um mês depois ingressei na Universidade. A pressa foi estratégia para driblar sofrimentos. A orientação do Pe. Francisco Luz, meu professor de História na Prainha, Diretor da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade Federal do Ceará, morador do Seminário, foi decisiva. Expus-lhe que buscava algo diferente. Não me interessavam os cursos tradicionais.  – “Ingresse, então, em interessante curso que a UFC acaba de implantar; você poderá atuar como professor, como geógrafo, ou nos dois campos, desde que faça a Licenciatura e o Bacharelado”, foram as suas palavras. Depois de várias conversas, optei pela Geografia como caminho profissional, obtendo a Licenciatura Plena em 1970 e o Bacharelado, em 1971. Estava habilitado para o exercício do magistério e de atividades técnicas como geógrafo. Logo ingressei no ensino superior para nunca mais largar. Iniciei na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Cajazeiras, da Diocese dessa cidade paraibana e, paralelamente, atuei no Ensino Público Estadual como professor de ensino médio. Por concurso público, em 1976, deu-se o meu ingresso como professor na Universidade Federal da Paraíba.

Professor, geógrafo, pesquisador, dirigente universitário é, de forma genérica, como organizo uma estruturação para a minha já longeva atuação e trajetória profissional. 

Vieram os de Aperfeiçoamento de Professores de Geografia pelo IBGE (1972); cursos de Especialização em nível de Mestrado em Planejamento Urbano e Metodologia de Projetos na Escola Nacional de Serviços Urbanos, Rio de Janeiro (1974/1975); Elaboração de Projetos e Metodologia de Pesquisas pela Fundação Getúlio Vargas (1977); Mestrado em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade de Paris III – Sorbonne Nouvelle (1989-1990).

Na Universidade Federal da Paraíba-UFPB, atuei como professor de diversas disciplinas da Geografia Física e Geografia Humana. Exerci os cargos de Pró-Reitor de Administração, Assessor de Planejamento, Diretor do Centro de Ciências Exatas e da Natureza, Chefe do Departamento de Geociências, Prefeito Universitário e Diretor da Editora Universitária. Na Universidade Estadual Vale do Acaraú-UVA: Pró-Reitor de Administração, Diretor do Centro de Letras e Ciências Sociais, Diretor da Casa da Geografia, Coordenador do Núcleo de Desenvolvimento Local. Na Fundação de Ensino Superior de Cajazeiras-FESC: Chefe do Departamento de Ciências Exatas e Sociais. No Instituto Ensino Superior da Paraíba-IESP: Diretor Acadêmico e Diretor de Recursos Humanos. No Governo Municipal: Secretário de Administração e Planejamento da Prefeitura de Cajazeiras-Paraíba. No Governo Estadual: Assessor de Planejamento da Secretaria de Planejamento do Governo da Paraíba. No ensino privado: Diretor do Colégio Sobralense GEO.

Função atual: Diretor Administrativo da Universidade Aberta Vida, em João Pessoa-Paraíba.

Dentre outros, fui pesquisador e Coordenador Geral do Projeto Geografia e Ecologia da Paraíba – Convênio UFPB/CNPq-Brasil e CNRS/Universidade de Bordeaux, França (1980/1984) e do Projeto de Delimitação e Regionalização do Brasil Semiárido – Acordo CNPq/UFPB (1982/1984). 

(Discurso ao receber o título de Cidadão Paraibano – 2010)

Entre os principais trabalhos que publiquei, cito: A Nova Onda no Transporte Urbano – Mototáxi, livro, Sobral-Fortaleza, (1997); De Sobral ao Global – Um percurso pela questão urbana, livro, Sobral-Fortaleza, (2000); L’homme traditionnel dans l’environnement sertanejo, cap. de livro, Bordeaux-França (1980); Brésil: des capitales universitaires aux technopoles, cap. de livro, Paris (1994). Sobral Ceará (Brazil), cap. de livro, Fortaleza-Ceará (2005). Em 1990, defendi a dissertação de Mestrado intitulada: Le développement de la Sc. & T. dans le Nordeste Brésilien: le cas du pole technologique de Campina Grande, na Universidade Paris III, Sorbonne Nouvelle, Paris (1990).

Membro da Associação dos Geógrafos Brasileiros-AGB. Membro Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano-IHGP desde 2010.

Ao curso destes escritos, mencionei os agentes e atores religiosos importantes para a minha formação básica, com os Seminários como referência; ao seu final, menciono os agentes e atores universitários que, ao me convocarem para funções de relevância, agregaram valores incalculáveis à trajetória profissional que construí. Entre outros, cito os ex-Reitores: Gualberto de Andrade, Lynaldo Cavalcante, Milton Paiva, Berilo Borba, Jackson Carneiro, Antônio Sobrinho, Teodoro Soares e Antônio Colaço.

Diz-se comumente que toda profissão é sacerdócio. É certo que desisti do sacerdócio que almejava e dei outro rumo à vida, mas é igualmente verdadeiro que me sinto realizado com as escolhas que fiz e seguro para afirmar que transformei a atuação em Educação e a profissão de professor que abracei em novo sacerdócio ao qual me dedico até hoje.

Minha Família

Sou casado com Maria Wanderly Oliveira Siebra Coelho, Pedagoga e Historiadora. A cerimônia do nosso casamento, em 10 de abril de 1972, foi celebrada pelo Padre José Nilson de Oliveira Lima (in memoriam), então vigário da paróquia de Wanderly, meu professor na Prainha e um amigo de toda a vida. Nossos filhos: Andrea Oliveira Siebra Coelho Vinet, professora universitária no Canadá (Universidade de Ottawa) e Marcos Oliveira Siebra Coelho, médico, residente no Rio de Janeiro. Andrea é casada com Philippe Jean Lucien Vinet, engenheiro TI. Residem em Ottawa e nos deram os netinhos Julie Siebra Coelho Vinet e Olivier Siebra Coelho Vinet.

Texto extraído do livro SEMINÁRIO DA BETÂNIA – AD VITAM – 65 DECLARAÇÕES DE AMOR, de Leunam Gomes e Aguiar Moura – Edições UVA, Sobral, 2015, escrito por MODESTO SIEBRA COELHO, em João Pessoa, agosto de 2014.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *