CONTRASTE, autoria de Aninha Martins

Escrevo sobre a essência da vida

Daquilo que não se pode dizer

Do imaginável

Ou da imaginação sentida

Sentimentos que corrompem

A alma e sua atmosfera

Até a última camada

Aquela que se mistura ao vácuo

Vácuo preenchido

De sentidos diversos

Digo das dores

Presentes na carne

Do amor, bálsamo

Daquilo que insiste em gritar

Se espalhar pelo ar

Pesado, sufocado

De não saber dizer

Porque só sabe sentir,

Sentir tanto!

Que atordoa

Pois, não é compreensível.

Difícil entender

O que não é perceptível,

Palpável…

Aliás, é visto

Não pela retina

Da matéria concreta

Mas pelos olhos,

Do subjetivo de nós.

Ensino oderno
ANINHA MARTINS

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